Carolina Barboza

Carolina Barboza

Formada em Jornalismo pela PUC-Campinas. Trabalha desde 2014 na Assessoria de Imprensa da INTL FCStone do Brasil, com foco na área de comunicação e marketing.

EUA: Iowa foi um dos estados menos afetados pelo clima neste ano

X Viagem Comercial da INTL FCStone inicia cronograma de visitas técnicas no estado de Iowa

 

No estado norte-americano de Iowa a preocupação com o atraso no desenvolvimento das plantas não é tão grande, não devendo afetar o rendimento. É o que afirma o grupo Stine Seed, a maior empresa independente de sementes dos Estados Unidos, no desenvolvimento de híbridos para soja e milho.

A INTL FCStone esteva na empresa na última segunda-feira (26) pela manhã, no primeiro dia de visitas da X Viagem Comercial da INTL FCStone. “Mesmo com um atraso de cerca de duas semanas, Iowa foi um dos estados menos afetados pelas questões climáticas. Já para os demais estados mais ao norte, como Minnessota e as Dakotas, a preocupação é bastante grande com a possibilidade de geadas em setembro, já que as temperaturas têm ficado mais baixas que o normal para o período nas últimas semanas”, relata a analista de mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi.
A Stine Seed estudos avançados de culturas de milho híbridas formadas pelas variedades do Meio Oeste norte-americano, além de variedades de clima tropical, que futuramente devem ser disponibilizadas também no Brasil.


Mais de 70% das patentes genéticas das lavouras de soja plantadas em solo americano pertencem à Stine Seed, que conta com unidades de desenvolvimento nos EUA, Guiana, Argentina e Chile.
Para o milho, os estudos se iniciaram há 5-6 anos. O trabalho de polinização de mais de 6 mil plantas é feito manualmente e o estudo de distância entre as plantas indica que é possível aumentar o rendimento final, através da redução do espaço entre elas (linhas mais próximas); inclusive há produtores na região já realizando o plantio com menor espaço entre as plantas. Outro ponto importante do estudo é a percepção de que plantas de alturas diferentes possuem uma variação na produtividade final. Por exemplo, uma planta mais alta pode impedir que a luminosidade adequada alcance uma planta mais baixa, que esteja próxima.
Já no caso da soja, a equipe possui mais de 40 anos de experiência. Eles enfatizam que buscam o equilíbrio entre rendimento e estabilidade nas lavouras, pois não adianta ter produtividades boas, mas que têm muita variabilidade ao longo dos anos.

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