Carolina Barboza

Carolina Barboza

Formada em Jornalismo pela PUC-Campinas. Trabalha desde 2014 na Assessoria de Imprensa da INTL FCStone do Brasil, com foco na área de comunicação e marketing.

INTL FCStone analisa tendências e oportunidades para DDG no Brasil

Subproduto do etanol de milho tem ganhado cada vez mais espaço no agronegócio brasileiro

O principal subproduto do etanol de milho é o Dried Distiller’s Grains (DDG), que consiste nos restos não fermentáveis da produção do etanol. Para cada tonelada de milho, são produzidos aproximadamente 390 litros de etanol e 300kg de DDG.

O principal uso do DDG é para a produção de ração animal, muitas vezes alcançando preço superior ao do milho devido ao maior conteúdo proteico. Desta forma, o produto não é apenas uma importante fonte de receita para as destilarias de etanol de milho, mas também uma imensa oportunidade para as empresas do setor de rações animais. Para entender este mercado, entretanto, é importante analisar as várias facetas da oferta e demanda do produto, como a competitividade do DDG em relação a outros insumos concorrentes, a estrutura do mercado nacional de biocombustíveis e as tendências para o setor brasileiro e internacional de proteínas, entre outras.

Com o objetivo de ajudar as empresas dos vários setores envolvidos no mercado de etanol de milho e rações animais a navegar este novo mercado, nós da INTL FCStone estamos desenvolvendo mais este Estudo Especial, cujo escopo está detalhado abaixo.

  1. A produção de etanol e DDG a partir do milho

1.1. Processo de produção de etanol a partir de milho

Caracterização das etapas de produção do etanol de milho, caracterização de usinas dedicadas e flex

1.2. Subprodutos do etanol

Explicação sobre a composição, principais usos e determinantes do preço do óleo de milho e do DDG

1.3. Análise nutricional do DDG

1.3.1. Uso dos principais componentes da ração animal no Brasil

Caracterização dos principais componentes utilizados na ração animal no Brasil, análise de uso de componentes energéticos versus proteicos versus suplementos

1.3.2. Comparação de DDG com outros componentes de ração animal

Composição bromatológica (teor de proteína, fibra, gordura e digestibilidade) dos principais componentes usados na ração animal no Brasil

1.3.3. Adição potencial de DDG na ração por rebanho

Análise da adição percentual ideal de DDG na ração de aves, suínos e bovinos

1.4. O caso de sucesso dos Estados Unidos

Avaliação do mercado de etanol de milho e DDG nos Estados Unidos, caracterização do consumo de milho e DDG nos EUA, volume exportado e principais destinos do DDG, comparação com o mercado e o potencial brasileiro

  1. Análise regional da produção de DDG

2.1. Análise regional da produção e preço de milho no Brasil

Análises de áreas de expansão da safrinha no histórico recente, comparação regional da logística, sazonalidade da produção e das exportações e estrutura do basis em diversas praças

2.2. Análise regional da produção de etanol de milho e DDG no Brasil

Histórico recente de instalação de usinas de milho no Brasil, evolução da produção de etanol de milho e de DDG por região, tendência regional para oferta no longo prazo

  1. Tendências para a demanda de DDG no Brasil

3.1. Tendência para a pecuária intensiva no Brasil

Evolução recente dos confinamentos e do mercado de carnes no Brasil, análise de custos da pecuária por nível de tecnologia, tendência de longo prazo para a pecuária intensiva brasileira

3.2. Estimativa de demanda potencial de DDG no Brasil

3.2.1. Estimativa de demanda potencial de DDG no Brasil por rebanho

Cálculo do volume de consumo de DDG por aves, suínos e bovinos no Brasil

3.2.2. Estimativa de demanda potencial de DDG no Brasil por região

Cálculo do volume de consumo de DDG por região do Brasil

3.2.3. Capacidade de exportação de DDG brasileiro

Cálculo da paridade de exportação do DDG e análise de potenciais países-destino

  1. O mercado brasileiro e global de combustíveis e biocombustíveis

4.1. Contexto e tendência global do setor de combustíveis

Produção global de combustíveis, correlação da demanda com crescimento econômico, evolução da participação de combustíveis renováveis na matriz mundial

4.2. Marco regulatório-político global

Evolução do Acordo de Paris, tendência dos mandatos de mistura de etanol na gasolina nos principais países

4.3. Marco regulatório-político brasileiro

Programas históricos de incentivo à produção de combustíveis renováveis, contextualização e explicação do impacto do Renovabio sobre o etanol de milho

4.4. Etanol de milho versus etanol de cana: comparação de produtividade e rentabilidade

Comparação da produtividade entre os dois modelos de produção, comparação do uso de área entre milho e cana, índices de conversão das matérias-primas e tendência de produtividade das culturas

4.5. Impacto dos subprodutos sobre a margem da usina de etanol de milho

Análise de rentabilidade entre o etanol de milho e o etanol de cana considerando a venda do DDG

  1. Tendências de longo prazo para o DDG no Brasil

5.1. Projeção da produção de etanol de milho até 2030

5.2. Projeção da produção de DDG até 2030

5.3. Projeção do rebanho de aves, suínos e bovinos até 2030

5.4. Projeção da demanda por DDG até 2030

5.5. Projeção de preços do DDG, do farelo de soja e do milho até 2030

Quer saber mais sobre este estudo?

Nós da INTL FCStone somos pioneiros na análise do etanol de milho e do DDG no Brasil e colocamos toda a nossa experiência sobre este setor recente e cheio de potenciais
à sua disposição!

Entre em contato, e solicite uma amostra do conteúdo!

Natália Vinieri
natalia.vinieri@intlfcstone.com
+55 19 2102 1346

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Estudo Especial – Etanol de Milho

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