Soja no oeste e sudoeste do Paraná revela boas condições

Depois de muita especulação sobre um possível atraso do plantio de soja durante o mês de setembro, os produtores aceleraram as plantadeiras com a perspectiva de boas chuvas e recuperaram o progresso ao longo de outubro. A equipe da INTL FCStone visitou regiões produtoras do Oeste e Sudoeste do Paraná e verificou um bom início de temporada para as lavouras de soja. O percentual de lavouras boas está em 90%, muito próximo da linha da média de 3 anos, que considera as condições do ano passado (2016/2017) e, dessa forma, puxa a linha para cima.

“O que vemos agora já é um cenário bem melhor para os produtores. As plantas ganharam uma coloração verde escura e começam a fechar as linhas. Na região Oeste do Paraná encontramos lavouras estágios fenológicos diferentes, com algumas delas já em início de floração”, destaca o Consultor em Gerenciamento de Riscos, Carlos Oschiro.

Região Oeste

De acordo com os registros da INTL FCStone a campo, as chuvas vieram em bom volume e, no início do desenvolvimento das plantas, reduziram a luminosidade de algumas localidades, deixando-as com aspecto mais amarelado. Em alguns pontos específicos também fica evidente que a chuva veio mais concentrada, causando a erosão do solo. Houve a necessidade de alguns replantios, mas nada representativo quando comparado com a área total do estado ou que possa afetar seu potencial produtivo.

Na região Sudoeste do estado, as lavouras estão em condições similares às observadas na região Oeste. O tempo mais aberto das últimas duas semanas beneficiou bastante a região que sofria com dias mais encobertos. Por lá, algumas lavouras estão em fases mais iniciais se comparamos com o Oeste, porém tal fato é comum para as lavouras da região (um pouco mais atrasados).

De maneira geral, destaca-se que em torno de 60% estão em fase de desenvolvimento vegetativo e 30% em floração.

Região Sudoeste

“O que podemos dizer é que as lavouras estão boas, dentro das nossas expectativas de rendimento para esse ano de 58 sacas/hectare (140,36 sacas/alqueire), frente às 62.2 sacas/ha (150 scs/alqueire) do ano passado. Não podemos desacreditar no potencial das plantas e temos que observar as chuvas/clima daqui para frente, sendo que também não descartamos a possibilidade de uma melhora nas condições, o que poderia elevar levemente a produtividade”, resume o Consultor Oschiro, que esteve a campo acompanhando o desenvolvimento inicial das lavouras.

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