Em Barreiras, chuvas irregulares prejudicam desenvolvimento da soja

No período de formação de vagens e enchimento de grãos, a planta sofreu com a seca e a temperatura muito elevada, que levou as folhas a secar e as raízes, esfarelarem

Primeiro foi a falta de chuva, que atrasou o plantio em mais de um mês em relação à média. Depois, vieram precipitações recordes em boa parte da região de Barreiras durante o mês de janeiro, chegando a inundar a cidade. Esta condição, por um lado, ajudou os produtores a manter expectativas positivas caso o clima úmido se estendesse ao mês seguinte.

Mas fevereiro veio seco, deixando muitas áreas com 26 dias sem precipitações. Foram 39 mm, em média, durante um mês inteiro (sendo que a média aponta para um volume de 180-200 mm). Depois, março chegou junto às colheitadeiras que, no campo, já retiram a oleaginosa do campo. Esta, que passou por irregularidades e imprevistos climáticos.

No período de formação de vagens e enchimento de grãos, a planta sofreu com a seca e a temperatura muito elevada, que levou as folhas a secar e as raízes, esfarelarem. De acordo com a avaliação do agrônomo Luiz Tadeu Jordão, a região não resiste à seca por conta do solo arenoso.

ErnaniO diretor de pesquisa da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Ernani Sabai (foto), indicou que era esperado rendimento de 56 sacas/ ha de soja para o município de Barreiras. A associação, no entanto, estima 37 sacas/ ha. No ano passado, a produtividade alcançou 49 sacas/ ha.

Segundo o esquema produtivo da região, são plantados 1520 mil hectares de soja, 135 mil hectares de milho e outros 241 mil hectares de algodão. Entre uma safra e outra, são utilizados milheto e sorgo para cobertura. Destaca-se que não é plantado muito milho safrinha, já que este produto se destina ao mercado interno, dificultando a venda antecipada.

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