Felipe Sawaia

Felipe Sawaia

Estudante de Ciências Econômicas pela Unicamp. Trabalha desde 2021 na Inteligência de Mercado da StoneX, com foco nas áreas de pecuária e grãos.
Este texto teve a colaboração de João Lopes, Ana Luiza Lodi.

A suspensão das importações de carne bovina brasileira pela China

IMPACTOS ATUAIS E PERSPECTIVAS FUTURAS PARA O BRASIL

1.    Por que a China deixou de comprar carne bovina do Brasil?

Em uma quarta-feira, dia 1º de setembro, surgiu um boato que pegou os agentes do mercado da pecuária bovina desprevenidos. Um animal pertencente a um frigorífico de Belo Horizonte/MG havia testado positivo para Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), a doença popularmente conhecida como “mal da vaca louca”.

Apesar de nenhuma fonte confiável ter confirmado a informação na época, a notícia gerou pânico. No mercado físico, as compras de novos animais foram interrompidas pelos frigoríficos naquele dia, enquanto no mercado futuro o preço contínuo do boi gordo despencou, caindo R$ 13,60/@ e ficando abaixo dos R$ 300,00/@ pela primeira vez desde 18 de fevereiro.

Os temores eram justificáveis. O “mal da vaca louca” surgiu na década de 80 na Inglaterra. Ele ocorre quando uma proteína chamada príon ataca as células cerebrais de um bovino, fazendo-o mudar de comportamento, perder coordenação motora e, eventualmente, perecer. Não se tem certeza como surgiram os primeiros casos, mas sabe-se que ele pode ser transmitido para um outro bovino caso ele entre em contato com o tecido cerebral ou o tecido nervoso de outro boi contaminado. Como nos anos 80 e 90 muitos países produziam ração a partir de ossos e restos animais, a doença se disseminava entre os rebanhos. Ainda não existe cura para a doença.

Além disso, o “mal da vaca louca” também pode se manifestar em humanos, quando assume o nome de Doença de Creutzfeldt-Jakob (uma variante da doença). Nesse caso, ela é adquirida através da ingestão de carne bovina contaminada e produz sintomas similares aos enfrentados pelos bovinos, inclusive a morte do paciente. Ademais, assim como para a EEB, ainda não existe cura para a Creutzfeldt-Jakob.

Frente a essa instabilidade, o Ministério da Agricultura, da Pecuária e do Abastecimento (MAPA) decidiu assumir o controle da situação. Já no dia 2 de setembro, funcionários do Ministério coletaram amostras do animal possivelmente contaminado e as enviaram à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês).

Dois dias depois, no sábado, 4 de setembro, a OIE divulgou o diagnóstico definitivo: dois animais brasileiros, um pertencente a um frigorífico de Belo Horizonte/MG e outro de propriedade de uma indústria de Nova Canaã do Norte/MT, realmente tinham contraído o “mal da vaca louca”.

Como parte de um acordo firmado com a China, as exportações de carne bovina para o gigante asiático foram suspensas. O protocolo entre as duas nações estabelecia que as vendas só voltariam a acontecer quando as autoridades chinesas decidissem que o comércio era novamente seguro.

2.    Por que o retorno das exportações para a China está demorando tanto?
No primeiro pregão após a confirmação dos casos de “mal da vaca louca”, ocorrido na segunda (6 de setembro), os investidores apostaram na alta do boi gordo, produzindo ganhos de R$ 11,35/@ no preço contínuo.

Apesar de parecer contraintuitivo, isso ocorreu porque a divulgação da Organização Mundial da Saúde Animal também confirmou que os casos de EEB eram atípicos, ou seja, ocorreram espontaneamente nos animais. Sendo assim, não existia o risco dos bovinos terem se infectado através da ingestão de ração contaminada, o que confirmava que nenhum outro animal tinha contraído a doença. O Brasil pôde, assim, manter seu status oficial de país com risco insignificante de disseminação do “mal da vaca louca” e o mercado vislumbrou a perspectiva de uma rápida volta dos embarques para a China.

Essa perspectiva tinha inclusive um precedente: em 31 de maio de 2019, um caso atípico foi registrado no Brasil e em menos de duas semanas as relações comerciais com a China foram totalmente normalizadas.

Entretanto, ao contrário do que inicialmente se imaginava, as importações chinesas não foram rapidamente restabelecidas. Durante todo o mês de setembro o mercado financeiro aguardou a notícia da liberação das vendas, sustentando os preços do boi gordo em torno dos R$ 300,00/@. Somente quando o mês já estava próximo do fim que a possibilidade de um longo período com reduzida demanda externa se tornou uma realidade, produzindo pânico e expressivas quedas ao longo de todo o mês de outubro.

Mas então, por que isso ocorreu? Se os casos de 2019 e 2021 foram tão similares, por que em um ano a suspensão durou apenas dez dias e no outro ela já se estende por mais de dois meses?

Como a Administração Geral das Alfândegas da China, órgão responsável pela entrada e saída de bens do país, não fez uma declaração oficial, é impossível afirmar com certeza as motivações chinesas. Entretanto, vem sendo especulado que a suspensão faz parte de uma estratégia comercial. Segundo essa teoria, os burocratas chineses estariam propositalmente demorando para normalizar as relações, sabendo que a dependência brasileira em relação à China produziria uma forte queda nos preços.

Partindo de um outro pressuposto, há também a possibilidade de que a China esteja visando melhores condições para seu setor doméstico de suínos, parte vital da indústria alimentícia do país. Atualmente, a recuperação dos rebanhos chineses após os surtos de PSA vem pressionando o valor dos animais. Entretanto, os custos com ração seguem elevados, reduzindo as margens dos produtores. Nesse cenário, uma diminuição da oferta de proteína bovina poderia auxiliar os criadores de suínos, aumentando a demanda e, consequentemente, os preços do seu produto.

Evolução dos preços do suíno, do milho e da soja na bolsa de Dalian (08/01/2021 = 100)

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Fonte: Bolsa de Dalian. Elaboração: StoneX.

Importante notar que ambas estratégias acima mencionadas não são excludentes, com as duas podendo ter um papel na decisão chinesa de deixar de comprar proteína bovina do Brasil. Contudo, é importante mencionar também que ambas não podem ser confirmadas, visto que são especulações de mercado e não são embasadas em declarações oficiais.

Ademais, há também o temor de que os incidentes diplomáticos causados por autoridades do poder executivo do Brasil possam ter um papel no prolongamento do imbróglio. Ainda em 2020, declarações contra as vacinas chinesas e insinuações de que a nação asiática teria propositalmente criado o coronavírus, feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, pelo seu filho, Eduardo Bolsonaro, e pelo ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, já começaram a abalar as relações entre os dois países. Entretanto, o caso mais emblemático ocorreu no dia 23 de novembro do mesmo ano, quando uma acusação de espionagem feita por Eduardo Bolsonaro gerou uma resposta da embaixada da China, onde os chineses afirmaram que novos ataques ao seu país poderiam gerar “consequências negativas” e até mesmo “perturbar a normalidade da parceria China-Brasil”. Segundo reportagem da Folha de São Paulo, diversos deputados compartilham desta tese.

Verdade ou não, as hipóteses comerciais, domésticas e diplomáticas são no momento as linhas de argumentação mais plausíveis, dado que a segurança e o bom funcionamento da cadeia produtiva bovina do Brasil já está comprovada há meses.  Em entrevista à CNN, no dia 27 de outubro, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o ministério estava fazendo tudo que estava ao seu alcance para normalizar as relações, tendo esclarecido com transparência todas as informações relacionadas a questões sanitárias solicitadas pelos chineses, processo que estaria em fase final. Entretanto, mais de três semanas depois da entrevista, o fato é que a suspensão ainda está em vigor.

3.    Os impactos sobre as exportações do Brasil

A partir de 2019, a China se tornou disparadamente a maior parceira comercial do Brasil no setor de carne bovina. Se em 2018 a média mensal das exportações para a China foi de 25,3 mil toneladas, em 2021 ela foi impulsionada para 78,7 mil entre os meses de janeiro e setembro. De modo geral, foi o aumento das vendas para a China que permitiu ao Brasil se tornar um exportador de carne bovina com ainda mais destaque.

No segundo semestre do ano atual, as relações com a China atingiram um novo patamar. Apesar das exportações de carne bovina para o país naturalmente subirem na metade final do ano por questões sazonais, em 2021 o crescimento foi tão grande que, pela primeira vez na história, os embarques mensais para um único destino ultrapassaram as 100 mil toneladas. E isso em dois meses seguidos: em agosto as vendas para a China totalizaram 105,8 mil toneladas e em setembro 112 mil.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Brasil, esse volume de negócios com a China se traduziu em receitas de US$ 633 milhões em agosto e de US$ 686 milhões em setembro. Em todo o ano de 2020, as exportações de carne bovina brasileira para todos os parceiros comerciais geraram a entrada de US$ 7,446 bilhões. Desse modo, em apenas dois meses de 2021 as vendas de carne bovina somente para a China geraram aproximadamente 17,7% de toda receita com exportação do setor em 2020.

Volume das exportações brasileiras de carne bovina em 2021 (mil toneladas)

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Fonte:  Secex. Elaboração: StoneX.

Dado a magnitude desses números, percebe-se com clareza que os impactos para os exportadores brasileiros, da suspensão das vendas para os chineses, são significativos.

Um primeiro problema aconteceu ainda em setembro, mesmo com as vendas ultrapassando as 100 mil toneladas. Isso porque apesar desse grande volume de carne ter sido embarcado no Brasil, boa parte não pôde ser descarregada na China.

O motivo foi um desencontro entre a interpretação de brasileiros e chineses para o significado da suspensão das exportações no dia 4 de setembro. Para os agentes atuando nos portos do Brasil, qualquer mercadoria certificada antes desse dia poderia ser levada para os navios, mesmo que o embarque ocorresse após o dia 4. Já para os burocratas da alfândega da China, embarques após esse dia não estavam liberados, mesmo que o produto tivesse sido vistoriado antes da data da suspensão. Assim, ao longo do mês de setembro milhares de toneladas de carne foram sendo barradas nos portos chineses, deixando os exportadores desorientados.

Parte da indústria coloca nas autoridades brasileiras do MAPA a culpa pela má interpretação. Em ofício do dia 3 de setembro, logo antes do embargo oficial, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do MAPA determinou a suspensão apenas dos certificados sanitários, nunca mencionando a suspensão das vendas. Ademais, foi relatado que a falta de contêineres e o reagendamento de datas nos portos brasileiros faziam com que os carregamentos estivessem saindo com atraso. Somando esses dois fatores, entende-se porque um volume tão expressivo de carne deixou o Brasil com destino à China, mesmo depois de suspenso o comércio desse produto entre os dois países.

Já no mês de outubro os problemas foram mais diretos. Os erros de interpretação já estavam esclarecidos e os atrasos burocráticos já não eram mais um fator tão relevante. Com isso, o dado divulgado pela Secretaria de Comércio Exterior foi muito mais condizente com o cenário de proibição de vendas para a China: no total, foram embarcadas apenas 8,2 mil toneladas para o gigante asiático, nível que representa 7,3% do total do mês anterior. Na comparação com outubro de 2020, esse volume representa apenas 9,7%.

Olhando para a receita, em outubro, as vendas para a China proporcionaram para o Brasil a entrada de US$ 50,8 milhões, volume bem abaixo dos US$ 686 milhões obtidos em setembro.

Valor das exportações brasileiras de carne bovina em 2021 (US$ – FOB)

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Fonte:  Secex. Elaboração: StoneX.

 

4.    Os impactos sobre os preços domésticos

Como se sabe, setembro e outubro foram meses de forte queda nas cotações do boi gordo. A combinação da suspensão das vendas para a China com o maior peso da oferta proveniente dos confinamentos deu um grande poder de barganha aos frigoríficos, que conseguiram com isso impor seus preços aos pecuaristas.

A fim de detalhar essa explicação, é possível fazer uma estimativa da porcentagem da demanda que era ocupada pelas importações chinesas. Em 2020, dados da Embrapa mostram que 24,2% de toda carne bovina produzida no Brasil foi destinada ao mercado externo. Já em setembro de 2021, 60,0% de todas as exportações brasileiras tiveram como destino a China. Usando esses valores aproximados, podemos estimar que, em um curto período, a demanda pela proteína bovina produzida nos frigoríficos do país caiu 14,5%. Mesmo usando uma margem de erro de 5 pontos percentuais, uma redução de 9,5% ainda é algo extremamente representativo.

Para aumentar a pressão sobre os preços, essa queda na demanda ocorreu num momento em que grande parte da oferta era proveniente dos confinamentos. Isso facilitou as negociações para os frigoríficos, pois nesse tipo de produção o pecuarista tem menores condições para segurar o animal após a finalização da engorda, dado os custos com ração necessários para manter o peso do animal. Em outras palavras, a falta de flexibilidade da produção intensiva penalizou o pecuarista, que foi estimulado a vender seus animais mesmo com preços menos atraentes.

Concluindo, a queda na cotação do boi gordo não foi consequência da oferta de um número extremamente elevado de animais, mas de um momento de enfraquecimento da demanda em um contexto de baixa flexibilidade na oferta.

Com isso, o mercado observou desvalorização de R$ 57,65/@ na praça de Araçatuba/SP entre os dias 17 de agosto e 1 de novembro (de R$ 313,65/@ para R$ 256,00/@) e perda de R$ 58,40/@ no preço futuro contínuo do boi gordo negociado na bolsa de São Paulo entre os dias 17 de agosto e 27 de outubro (de R$ 318,05/@ para R$ 259,65/@). Lembrando que as quedas já vinham ocorrendo desde antes da suspensão das vendas para a China, embora num ritmo mais lento.

Cotação do boi gordo na praça de Araçatuba e na bolsa de valores de São Paulo (R$/@)

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Fonte:  B3 e StoneX. Elaboração: StoneX.

 

5.    Perspectivas futuras
Entramos aqui no campo da especulação, não sendo mais possível fazer nenhuma afirmação concreta. Mesmo assim, isso não quer dizer que não se pode discutir os possíveis cenários futuros, apontando os prognósticos mais prováveis e as conjunturas mais factíveis. A primeira parte desse tópico 5 se debruçará sobre o possível momento em que a China voltará a importar carne bovina brasileira, enquanto o foco da segunda metade recairá sobre os impactos nos preços.

Olhemos, então, para os possíveis momentos de retomada das relações comerciais com a China. Assumindo que a suspensão responde a um objetivo estratégico de diminuição dos preços da carne importada, um tempo limite é determinado pelo período que os chineses conseguem ficar sem comprar carne bovina do Brasil e, mesmo assim, manter seu mercado interno abastecido. É claro que antes desse momento chegar, as autoridades do país podem decidir retomar as relações com os brasileiros. Entretanto, caso isso não aconteça, podemos estimar assim uma data limite.

Para fazer isso, tomemos como base o volume de importação de carne bovina do país asiático. Entre janeiro e setembro de 2020, os chineses importaram 1,57 milhão de toneladas. No mesmo período de 2021, as compras externas totalizaram 1,74 milhão, um aumento de 10,58%.

Variação no comparativo anual do volume importado de carne bovina pela China entre janeiro e setembro

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Fonte:  Alfândega Chinesa. Elaboração: StoneX.

Caso esse percentual de crescimento se mantenha até o final do ano, em 2021 a China terá importado 2,34 milhões de toneladas de carne bovina. Ou seja, nos últimos três meses do ano o país ainda precisaria importar 600 mil toneladas. Excluindo as compras provenientes do Brasil, a China tem importado cerca de 110 mil toneladas de carne bovina por mês.

Usando como base esse volume e a necessidade de 600 mil toneladas, os chineses dificilmente conseguiriam manter até o final de 2021 as suspensões das vendas. Portanto, caso os consumidores realmente demandem uma quantidade de proteína bovina 10,58% maior em 2021 quando comparado com 2020, devemos observar uma volta das compras provenientes do Brasil nas próximas semanas.

Em um outro cenário, entretanto, a suspensão pode se prolongar até 2022. É possível que as dificuldades enfrentadas pela economia chinesa no segundo semestre – entre elas, inflação ao produtor, crises no setor energético e novos surtos de coronavírus – possam fazer com que as compras de carne bovina em 2021 se mantenham no mesmo patamar de 2020. Caso se concretize a demanda por apenas 2,12 milhões de toneladas, a China precisará importar em três meses 380 mil toneladas, volume passível de ser atingido sem o Brasil. Nesse horizonte, a inexistência de comércio com a China pode durar até 2022.

Foram desenhados os cenários para a possibilidade do prolongamento das suspensões responderem a objetivos comerciais, referentes aos custos da carne adquirida no Brasil. Agora, se o objetivo da China estiver mais relacionado com seu setor doméstico de suínos, o tempo limite é outro. Nesse cenário, podemos estabelecer que o retorno das relações com o Brasil pode ocorrer quando o preço dos suínos na China voltar para patamares mais elevados, condizentes com margens de lucro mais confortáveis para os produtores do país. Desde o dia imediatamente antes das suspensões, a tonelada do porco negociada na bolsa de Dalian teve ganhos de 19,87% (de RMB 13.160,00 para RMB 15.575,00).

Cotação do suíno na bolsa de Dalian (mil RMB/t)

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Fonte:  Bolsa de Dalian. Elaboração: StoneX.

Feitas as considerações sobre o momento de retorno das relações Brasil-China, voltamos as atenções para os preços do boi gordo no Brasil. Desde 28 de outubro, no mercado de derivativos, e 3 de novembro, nas praças do mercado físico, que os agentes estão observando uma forte recuperação na cotação do animal terminado, com os ganhos na bolsa de São Paulo somando R$ 54,60/@ (cotação atual de R$ 314,25/@) e em Araçatuba totalizando R$ 51,25/@ (cotação atual de R$ 307,25/@) – até o dia 18 de novembro.

O que está impulsionando esses ganhos são mudanças na dinâmica do mercado. Com a diminuição do número de animais em confinamentos, a oferta proveniente desse sistema tem ficado cada vez mais restrita. Além disso, com a chegada dos animais terminados à pasto só ganhando força no próximo ano, a tendência é de que a disponibilidade não se eleve muito neste final de ano, sendo um fator de suporte aos preços.

Portanto, até o final do ano tendência é de evolução dos preços do boi gordo, com ou sem China. O  retorno das vendas para o país asiático, entretanto, aumentaria a demanda pela carne brasileira, o que adicionaria mais um elemento altista ao mercado.

 

Felipe Sawaia

Estudante de Ciências Econômicas pela Unicamp. Trabalha desde 2021 na Inteligência de Mercado da StoneX, com foco nas áreas de pecuária e grãos.
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