O que mudou nos mercados de açúcar e etanol em 2018

O ano de 2017 destacou-se pelo grande número de mudanças para os mercados de açúcar e etanol. Essas mudanças afetaram as empresas que compram e vendem os produtos e devem reverberar pelos próximos anos. Neste artigo, lembramos o leitor das mudanças mais importantes, já de olho em como devem afetar o mercado no ano que se inicia.

Mercado de açúcar passa de déficit a superávit

Depois de dois anos de déficit, o mercado de açúcar passou a registrar produção superior à demanda global na safra global 2017/18, iniciada em outubro de 2017. O déficit foi causado principalmente por queda na produção de vários países por conta do El Niño. A recuperação nos anos seguintes, no entanto, levou o mercado de volta a um superávit. Outros fatores também contribuíram para a alta na produção, como a liberalização no mercado europeu e o aumento surpreendente da área plantada no Paquistão. Com isso, o preço no mercado internacional caiu de mais de US¢20/lb para ao redor de US¢15/lb no final do ano.

O que esperar em 2018: Com a perspectiva de novos incrementos da área plantada na Índia e na Tailândia, é provável que o mercado continue em superávit. Por outro lado, as usinas do Centro-Sul brasileiro devem continuar focadas na produção de etanol, reduzindo o excedente de açúcar. E, além disso, nunca sabemos as surpresas que o clima pode trazer.

União Europeia liberaliza seu mercado de açúcar

Depois de anos com suas produções e exportações controladas, os produtores europeus de açúcar finalmente se viram livres e aproveitaram o momento para expandir fortemente a área plantada com beterraba visando, pelo menos em parte, o mercado internacional. Com isso, a disponibilidade de açúcar branco no mercado global aumentou significativamente, derrubando o diferencial Londres-NY e ameaçando tradicionais exportadores da variedade, de refinarias no Oriente Médio, a produtores no Brasil e na Tailândia.

O que esperar em 2018: Com preços domésticos ainda acima do mercado internacional e cotações deprimidas das outras culturas, as usinas europeias devem estimular seus fornecedores de beterraba a manter ou até expandir ligeiramente a área plantada. Dúvidas, entretanto, devem começar a surgir quanto à viabilidade de longo prazo das exportações do bloco.

Tailândia falha em liberalizar o seu mercado

Após contestação de seu mecanismo de apoio à produção de açúcar na OMC pelo Brasil, o governo tailandês prometeu iniciar em 2017 reforma de suas políticas, eliminando subsídios cruzados à exportação. Com o ano já encerrado, entretanto, não há sinais de que a reforma deve começar no futuro próximo. Desta forma, está mantido o sistema atual, que transfere recursos dos consumidores domésticos de açúcar para os fornecedores de cana, reduzindo o custo de aquisição de matéria-prima para as empresas exportadoras.

O que esperar em 2018: Se a falta de ação por parte do governo tailandês se mantiver em 2018, o Brasil deve voltar a contestar a política do país na OMC, ação à qual devem se juntar outros exportadores de açúcar. Enquanto este imbróglio não se resolve, entretanto, os agricultores do país devem continuar expandindo a área plantada com cana, mesmo se o preço de exportação
do açúcar estiver abaixo do custo.

Rússia passa a ser exportadora líquida de açúcar

O país, que no começo da década era o maior importador global de açúcar, se tornou exportador líquido do produto. Entre os motivos para a mudança estão a política de proteção à produção doméstica, o aumento na competitividade graças à desvalorização do rublo e os anos de clima excepcionalmente bom.

O que esperar em 2018: Com a maior safra da história esperada para 2017/18, a Rússia deve continuar escoando parte de sua produção no mercado internacional. Para as safras seguintes, entretanto, é improvável que o clima mantenha impacto tão positivo e, além disso, a baixa competitividade do país deve desestimular novas expansões significativas na área. Além disso, a competição está cada vez mais acirrada no mercado de açúcar branco, com a entrada da UE e do Paquistão este ano. Por outro lado, ainda há grande espaço para aumento na produtividade da beterraba no país.

Mais países aderem aos impostos sobre bebidas açucaradas

Os impostos sobre bebidas que contém açúcar adicionado, que têm como objetivo combater o avanço da diabetes e das doenças ligadas à obesidade e maus hábitos alimentares, foram aderidos por mais países em 2017. A lista de nações com esse tipo de tributo já conta com França, Hungria, Noruega, México, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Sri Lanka, entre outros. Algumas cidades dos Estados Unidos também participam desta lista. Outros países estão estudando a imposição dessa tarifa, enquanto alguns estão adotando rótulos de alimentos industrializados que dão maior destaque às quantidades de açúcares, calorias, etc.

O que esperar em 2018: Os impactos desse tipo de medida sobre a demanda mundial de açúcar são limitados no curto prazo, uma vez que a expansão econômica e urbanização em países emergentes, especialmente na Ásia, garantem que o consumo global cresça mesmo com quedas já sendo registradas em alguns países desenvolvidos. No longo prazo, consumidores mais atentos aos hábitos alimentares e empresas buscando métodos alternativos de adoçar alimentos industrializados podem frear a demanda global por açúcar — que, embora ainda crescente, sobe em ritmo abaixo do visto no passado.

Petrobras muda política de reajuste nos combustíveis

Seguindo mudanças realizadas em outubro de 2016 e relacionadas com a mudança de governo no Brasil, a Petrobras decidiu em julho de 2017 reajustar diariamente o preço de venda da gasolina e do diesel por suas refinarias de acordo com variações no mercado internacional e no câmbio. A nova política visa evitar novos prejuízos com a venda de combustível importado abaixo do custo e competir de maneira mais ativa com empresas importadoras, que proliferaram ao longo dos meses anteriores. Sob as novas diretrizes, o preço da gasolina nas bombas subiu 9,1%, embora parte deste aumento seja resultado de mudanças tributárias.

O que esperar em 2018: Mantida a nova política, o setor sucroenergético deve acompanhar cada vez mais o mercado de petróleo, uma vez que não apenas o etanol, como o preço do açúcar deve apresentar relação cada vez mais próxima com as cotações das commodities energéticas. Por outro lado, há muitas dúvidas sobre a viabilidade política da manutenção da paridade com o mercado internacional em ano de eleições, caso os preços do petróleo continuem em alta.

OPEP mostra força e o petróleo se recupera

O ano começou com o mercado de petróleo tomado por dúvidas quanto à efetividade do acordo de redução na produção firmado entre OPEP e Rússia em novembro de 2016. Temia-se que divisões dentro do bloco e a pressão do aumento da produção nas reservas norte-americanas de xisto impediriam a redução nas reservas globais necessária para impedir novas quedas nos preços.

Estes medos, entretanto, não se concretizaram. Apesar da queda nos estoques ter sido mais lenta que o esperado inicialmente devido ao rápido aumento na produção de outros países, os membros da OPEP e a Rússia mostraram estar dispostos a prolongar o acordo até quando necessário, levando o preço do barril de WTI a terminar o ano 12% acima de 2016.

O que esperar em 2018: Mantida a coesão entre os membros da OPEP e o crescimento da demanda global, é provável que os preços do barril continuem em alta. Além disso, tensões no Oriente Médio podem levar a fortes solavancos nas cotações. No longo prazo, entretanto, a redução na participação da OPEP na produção deve levar à redução do poder do bloco. Energias alternativas e o avanço do carro elétrico também serão importantes desafios.

Setor de commodities apresenta recuperação, mas agrícolas ficam de fora

Além das commodities energéticas, o setor de metais também apresentou recuperação no segundo semestre de 2017, reagindo à melhoria nas perspectivas econômica globais, com aceleração nos países avançados. As únicas commodities que ficaram de fora foram as agrícolas, que permaneceram em queda ao longo do segundo semestre. Os grãos, que representam a maior parcela dos índices, foram pressionados por amplos estoques globais, construídos ao longo dos últimos anos.

O que esperar em 2018: Esperamos que a aceleração da economia global e os preços elevados do petróleo tenham impacto maior sobre as commodities agrícolas. A transmissão pode ocorrer através da maior demanda por estas commodities, pelo aumento de custos relacionados com o petróleo, ou pela maior procura por biocombustíveis, como o etanol.

Governo brasileiro cria imposto de importação de etanol

Depois de surto nas importações de etanol norte-americano no primeiro trimestre de 2017, que prejudicou principalmente as usinas da região Nordeste, o governo brasileiro estabeleceu tributo de 20% para a importação do bicombustível que supere 150 milhões de litros por trimestre. O novo imposto deu maior segurança de preços para as usinas nordestinas, assim como para as empresas do Centro-Sul que apostam na estocagem de etanol para entressafra.

O que esperar em 2018: O tributo não deve inviabilizar totalmente as importações acima da cota durante a entressafra, mas provavelmente reduzirá o incentivo para a entrada de grandes volumes, aumentando a competitividade do produto nacional. Por outro lado, é possível que o governo dos EUA retalie reduzindo ainda mais o espaço para o etanol brasileiro no seu programa federal de mistura de biocombustíveis.

RenovaBio é desenhado e se torna Lei

No começo do ano, poucos no mercado de etanol comentavam sobre a possibilidade de mudanças drásticas na politica brasileira para o biocombustível. Ao longo do ano, entretanto, foi finalizada e apresentada pelo Ministério de Minas e Energia a proposta do RenovaBio, que pode mudar radicalmente a forma como biocombustíveis são negociados no país.

Vencida a resistência de setores do governo em relação à nova política, a mesma foi aprovada de maneira surpreendentemente rápida via Projeto de Lei no Congresso Nacional e sancionada pouco antes do final do ano pelo presidente da República.

O que esperar em 2018: O Governo Federal deve estabelecer em meados do ano as metas de descarbonização para 2019, que definirão o quanto de biocombustíveis as distribuidoras serão obrigadas a misturar no próximo ano. Meta mais agressiva será vista pelo mercado como um forte indicativo altista para o etanol e, consequentemente, para o açúcar.

Carros elétricos se tornam ameaça real para setor de combustíveis

Com o aumento na eficiência das baterias, grandes montadoras lançaram ao longo do ano carros cada vez mais baratos e com alcance cada vez maior, aumentando a atração destes veículos para o consumidor comum e, assim, colocando em dúvida a demanda futura por combustíveis, incluindo o etanol.

Além disso, alguns países introduziram leis que objetivam reduzir a venda de carros a combustão interna no futuro próximo, o que pode acelerar a redução na demanda por estes. Apesar do fenômeno ainda ser, em grande parte, restrito a Estados Unidos, Europa e China, as vendas de automóveis elétricos do Brasil praticamente triplicou em 2017.

O que esperar em 2018: Novos lançamentos de automóveis elétricos de longo alcance e com preços mais próximos dos carros populares nos países de primeiro mundo e na China. Com isso, a frota da categoria deve continuar crescendo de maneira rápida, levando também à expansão da rede de serviço para este tipo de veículo e assim aumentando ainda mais a atração para o consumidor final. Espera-se que na primeira metade da próxima década este setor já responda pela maior parte do aumento na demanda por automóveis.

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